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Produção de leite "não-alérgico" é aposta para o mercado PDF Imprimir E-mail
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Seg, 03 de Julho de 2017 08:24

Fonte: Correio do Povo.

 

Em uma passagem rápida pela área de lácteos dos supermercados é possível identificar uma grande oferta de produtos destinados a quem é gestada no Rio Grande do Sul para a produção de um leite “não-alérgico”.

O Sindicato da Indústria de Laticínios e Produtos Derivados do Estado do Rio Grande do Sul (Sindilat) anunciou no mês passado que irá desenvolver um projeto-piloto para atender a este nicho de mercado, que hoje é proibido de consumir leite de vaca. A medida poderá, no futuro, ser mais uma opção de diversificação do portfólio da indústria, de melhor remuneração dos produtores e de aumento na profissionalização das propriedades, já que exigiria um controle severo sobre esse leite diferenciado. No momento, o Sindilat busca parcerias para o projeto-piloto.

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O secretário-executivo do sindicato, Darlan Palharini, diz que os estudos vão considerar que a produção deve ter viabilidade econômica e que, na ponta do consumo, mesmo no caso de dietas especiais, o leite não pode sofrer grandes alterações de preços.

A veterinária Roberta Züge foi a responsável por apresentar os detalhes da novidade do leite destinado a quem tem alergia à proteína, no último Fórum Itinerante do Leite, em junho, em Palmeira das Missões (RS). Ela explica que esta tecnologia já é disseminada na Austrália e Nova Zelândia, países onde inúmeras fazendas comercializam o produto. “Uma empresa australiana detinha patente deste leite, mas isto caiu em 2015 e agora esta tecnologia pode ser usada em m qualquer rebanho do mundo. Só que no Brasil ainda carecemos de normativas”, comenta Roberta.

 

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Última atualização em Seg, 03 de Julho de 2017 08:31
 
Leite tem que ser leite! PDF Imprimir E-mail
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Qui, 08 de Junho de 2017 09:42

Foi publicado um artigo na revista American Journal of Clinical Nutrition (resumo http://ajcn.nutrition.org/content/early/2017/06/07/ajcn.117.156877.abstract)  evidenciando que crianças com dietas restritas de leite bovino, quando há substituição por alternativas vegetais (soja, amêndoas ou arroz) são ligeiramente menores do que seus pares que bebem leite de vaca. Este estudo evidenciou que a cada copo diário de leite de vaca, substituído por vegetais, diminui 0,4cm em relação à média para a idade da criança.

 

 

Última atualização em Qui, 08 de Junho de 2017 09:44
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A produção animal nos bastidores: muito além de carne e leite PDF Imprimir E-mail
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Sáb, 11 de Fevereiro de 2017 09:08

Esta semana foi publicado um levantamento feito pela World Animal Protection, que identificou quais as empresas estão priorizando o bem-estar animal dentro das produções. A organização faz uma estratificação por níveis, classificando as empresas que mais possuem políticas com maior aderência ao bem-estar animal até aquelas que não estão sensibilizadas. O levantamento foi realizado em âmbito mundial, assim, muitas empresas brasileiras (pelo número muito grande de organizações) não foram contabilizadas. No entanto, alguns grandes nomes do Brasil já figuram no relatório apresentado.

 

Ações como essa são reflexos de uma nova visão do consumidor. Indiscutivelmente, o setor agropecuário sofreu diversas mudanças, notadamente após o final da II Guerra Mundial. A produção de alimentos e fibras demonstrou um incremento grande, pelas novas tecnologias empregadas, mecanização, utilização de insumos químicos, da especialização e algumas políticas para favorecer a maximização da produção. Inegavelmente, apesar de uma distribuição não justa, hoje há muito mais alimentos disponível e mais baratos do que a algumas décadas.

Última atualização em Seg, 13 de Fevereiro de 2017 12:00
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Um brinde ao leite PDF Imprimir E-mail
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Sáb, 03 de Junho de 2017 09:42

Dia primeiro de junho foi estabelecido pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) como o dia Mundial do Leite.  A comemoração tem como foco reconhecer a importância do leite como um alimento global.

 

Historicamente, acredita-se que os humanos estão tomando leite há mais de 10.000 anos. Considera-se que o leite foi essencial para materializar o desenvolvimento do ser humano. Antes nômades, os humanos precisavam gastar muita energia e tempo, coletando alimentos. Com a domesticação dos animais, e a disponibilidade de proteína de alto valor nutricional houve um grande desenvolvimento, inclusive do cérebro. Órgão bastante dependente de gorduras de origem animal. Além disto, a facilidade de obter o alimento próximo ao local de moradia, permitiu diminuir parte do trabalho diário de conseguir alimentos, que era baseado na caça e coleta. Assim, o ser humano pode se dedicar a outras atividades e tendo tempo para o progresso.

Última atualização em Dom, 04 de Junho de 2017 17:46
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Registro de produtos fitossanitários no Brasil: necessidade de agilização PDF Imprimir E-mail
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Sex, 03 de Fevereiro de 2017 07:49

Por José Otavio Menten, Diretor Financeiro do Conselho Científico Agro Sustentável (CCAS), Vice-Presidente da Associação Brasileira de Educação Agrícola Superior (ABEAS), Eng. Agrônomo, Mestre e Doutor em Agronomia, Pós-Doutorados em Manejo de Pragas e Biotecnologia, Professor Associado da ESALQ/USP.

 

O manejo das pragas agrícolas (organismos nocivos às plantas cultivadas que causam 42% de danos à produção) deve sempre seguir o MIP (manejo integrado de pragas), que significa a utilização simultânea ou sequencial de todas as alternativas de controle disponíveis. Entretanto, em quase todos os cultivos, a utilização de produtos fitossanitários é indispensável. Dai a necessidade do mercado oferecer cada vez mais alternativas para o agricultor poder optar por aqueles que ofereçam mais vantagens, seja pela eficiência, relação custo benefício, redução da possibilidade de seleção de linhagens resistentes de pragas, apresentar melhores características ambientais ou toxicológicas etc. Atualmente, além dos produtos fitossanitários químicos ou sintéticos, também estão disponíveis os biológicos: fungos, bactérias, vírus, nematóides, insetos e ácaros que tem ação contra as pragas agrícolas por serem parasitas/parasitóides, predadores, competidores, produzirem metabólitos prejudiciais às pragas, estimularem mecanismos de defesa nas plantas etc. Há ainda os semioquímicos (feromônios e aleloquímicos) e os produtos a base de extratos naturais.

 

Última atualização em Sex, 03 de Fevereiro de 2017 07:50
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