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Indústria da carne quer mais rigor contra o abate clandestino de gado PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Qua, 11 de Janeiro de 2012 10:04

LEGALIZAÇÃO

 

Setor cobra punição contra frigoríficos de fundo de quintal

 

Novos projetos e um diálogo mais próximo entre o governo federal e as associações que representam os interesses de produtores e indústrias da carne no Brasil são as alternativas escolhidas para enfrentar o cenário desfavorável que o setor viveu em 2011. O ano foi marcado pela escassez de matéria-prima e elevação dos custos de produção, as restrições do mercado externo e, internamente, desequilíbrios entre o preço do boi e o preço da carne, que pesaram tanto para os frigoríficos quanto para o consumidor.

 

Diante deste quadro, uma das apostas do empresariado paraense está na UNIEC, entidade que atua desde 2007 defendendo os interesses da indústria da carne no Estado e, em 2011, se tornou a União Nacional da Indústria e Empresas da Carne. "O objetivo agora é somar forças com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e com os demais dos segmentos de aves e suínos, no enfrentamento das questões que freiam o crescimento do negócio da carne no país", explica Francisco Victer, presidente da Uniec.

 

Entre estas questões, Victer ressalta o abate clandestino, um calo para os membros da cadeia produtiva que agem conforme a lei. Além de pleitear mais fiscalização e punição para os "ladrões de gado" e "frigoríficos de quintal", a estratégia da entidade é se envolver diretamente nas questões de legalização da atividade, junto ao Ministério Público Federal e ao Ministério do Trabalho e Emprego. "Também queremos aumentar a participação na Câmara Setorial da Carne Bovina do Ministério da Agricultura, voltada para a formulação de políticas que fomentem a tecnificação da pecuária e sua integração com a silvicultura e com a produção de grãos, de modo que o aumento da produção e da produtividade possam ampliar a oferta de matéria-prima às indústrias com a necessária sustentabilidade", detalha.

 

Em se tratando de Pará, as forças da Uniec se concentram na manutenção da política dos incentivos fiscais, o fim do "filax" e do ICMS sobre o frete do boi até a indústria, a erradicação da febre aftosa em todo o Estado, a melhoria das rodovias e da energia elétrica e, principalmente, a industrialização do boi do Pará dentro do Estado.

 

PERSPECTIVAS

 

Em fevereiro, a Uniec pretende lançar o Programa Carne Natural, uma certificação adotada para aqueles que cumprirem os Termos de Ajuste de Conduta do setor com o Ministério Público Federal, diferenciando a carne de quem cumpre a lei daquela que se beneficia do mercado clandestino. O projeto visa estabelecer um padrão básico de qualidade e responsabilidade socioambiental para a cadeia agroindustrial da carne bovina brasileira, incentivando a adoção das boas práticas de produção e fabricação,

 

Reduzindo a informalidade e estimulando o consumo consciente. "Como consumidor, eu vou preferir comprar uma carne com selo de qualidade, mesmo que seja um pouco mais cara. A partir daí, a tendência é que a carne clandestina perca mercado, eliminando a principal vantagem de quem opta por esse caminho", conclui Victer.

 

Fonte: http://www.orm.com.br/projetos/oliberal/interna/default.asp?modulo=247&codigo=571905

 

 
Indústria da carne quer mais rigor contra o abate clandestino de gado PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Qua, 11 de Janeiro de 2012 10:04

LEGALIZAÇÃO

 

Setor cobra punição contra frigoríficos de fundo de quintal

 

Novos projetos e um diálogo mais próximo entre o governo federal e as associações que representam os interesses de produtores e indústrias da carne no Brasil são as alternativas escolhidas para enfrentar o cenário desfavorável que o setor viveu em 2011. O ano foi marcado pela escassez de matéria-prima e elevação dos custos de produção, as restrições do mercado externo e, internamente, desequilíbrios entre o preço do boi e o preço da carne, que pesaram tanto para os frigoríficos quanto para o consumidor.

 

Diante deste quadro, uma das apostas do empresariado paraense está na UNIEC, entidade que atua desde 2007 defendendo os interesses da indústria da carne no Estado e, em 2011, se tornou a União Nacional da Indústria e Empresas da Carne. "O objetivo agora é somar forças com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (Abiec), Associação Brasileira de Frigoríficos (Abrafrigo), Centro das Indústrias de Curtumes do Brasil (CICB) e com os demais dos segmentos de aves e suínos, no enfrentamento das questões que freiam o crescimento do negócio da carne no país", explica Francisco Victer, presidente da Uniec.

 

Entre estas questões, Victer ressalta o abate clandestino, um calo para os membros da cadeia produtiva que agem conforme a lei. Além de pleitear mais fiscalização e punição para os "ladrões de gado" e "frigoríficos de quintal", a estratégia da entidade é se envolver diretamente nas questões de legalização da atividade, junto ao Ministério Público Federal e ao Ministério do Trabalho e Emprego. "Também queremos aumentar a participação na Câmara Setorial da Carne Bovina do Ministério da Agricultura, voltada para a formulação de políticas que fomentem a tecnificação da pecuária e sua integração com a silvicultura e com a produção de grãos, de modo que o aumento da produção e da produtividade possam ampliar a oferta de matéria-prima às indústrias com a necessária sustentabilidade", detalha.

 

Em se tratando de Pará, as forças da Uniec se concentram na manutenção da política dos incentivos fiscais, o fim do "filax" e do ICMS sobre o frete do boi até a indústria, a erradicação da febre aftosa em todo o Estado, a melhoria das rodovias e da energia elétrica e, principalmente, a industrialização do boi do Pará dentro do Estado.

 

PERSPECTIVAS

 

Em fevereiro, a Uniec pretende lançar o Programa Carne Natural, uma certificação adotada para aqueles que cumprirem os Termos de Ajuste de Conduta do setor com o Ministério Público Federal, diferenciando a carne de quem cumpre a lei daquela que se beneficia do mercado clandestino. O projeto visa estabelecer um padrão básico de qualidade e responsabilidade socioambiental para a cadeia agroindustrial da carne bovina brasileira, incentivando a adoção das boas práticas de produção e fabricação,

 

Reduzindo a informalidade e estimulando o consumo consciente. "Como consumidor, eu vou preferir comprar uma carne com selo de qualidade, mesmo que seja um pouco mais cara. A partir daí, a tendência é que a carne clandestina perca mercado, eliminando a principal vantagem de quem opta por esse caminho", conclui Victer.

 

Fonte: http://www.orm.com.br/projetos/oliberal/interna/default.asp?modulo=247&codigo=571905

 

 
Integração Lavoura/pecuária leiteira - experiência no estado do Paraná PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Ter, 06 de Dezembro de 2011 07:54

No estado do Paraná, as propriedades que adotam o processo de integração lavoura-pecuária predomina a exploração da atividade leiteira, sendo o rebanho leiteiro paranaense de aproximadamente 3.120.000 cabeças, o que corresponde a 30% do rebanho bovino total do Estado.
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EUA autorizam importação da carne suína brasileira, diz Agricultura PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Qua, 11 de Janeiro de 2012 09:52

O estado de Santa Catarina foi autorizado a exportar carne 'in natura'.

 

O Ministério da Agricultura informou nesta terça-feira (10) que os Estados Unidos autorizaram a exportação da carne suína brasileira para o país. “A liberação dos Estados Unidos é uma recompensa por todo o trabalho feito pelo Brasil desde o embargo russo. Atingiremos um novo patamar com essa decisão e a produção brasileira muito ganhará com isso", disse, em nota, o ministro Mendes Ribeiro Filho.

O ministro ressaltou que a ação dos EUA abre o mercado internacional para o produto brasileiro. "Pretendemos ampliar as exportações de carne suína para a China, abrir o mercado do Japão e retomar as vendas para a Coreia.”

O diretor do Departamento de Inspeção de Produtos de Origem Animal (Dipoa), Luiz Carlos de Oliveira, informou que Santa Catarina foi autorizada a exportar carne "in natura'. "Os demais estados livre de febre aftosa venderão carne termicamente processada", disse. Neste caso, porém, a industrialização só pode ser feita em estabelecimentos com registro no Serviço de Inspeção Federal (SIF) e habilitados como produtores de matéria-prima.

O processo de abertura do mercado americano levou anos. Em novembro de 2010, o país sinalizou que começaria a comprar o produto de Santa Catarina, estado livre de aftosa sem vacinação. Desde então, o governo negociava a lista das unidades que poderiam vender ao país.

As exportações terão início assim que o Ministério da Agricultura habilitar os estabelecimentos brasileiros, o que deverá ocorrer ainda nesta semana. Inicialmente, seis empresas receberão autorização para exportar.

 

Fonte O Globo

Última atualização em Qua, 11 de Janeiro de 2012 09:58
 
CURSO CERTIFICAÇÃO NA PECUÁRIA: BASE E PRINCÍPIOS DO PROCESSO PDF Imprimir E-mail
Escrito por Admin2   
Seg, 14 de Novembro de 2011 09:19

Data: 02 e 03/12/2011

Horário: 02/12- 19h às 22h I 03/12-8h30 às 17h30
Público-alvo: médicos veterinários, graduandos e outros profissionais da área.

****VAGAS LIMITADAS****

Informações: Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. I Fone: (41)30290159

Última atualização em Seg, 14 de Novembro de 2011 09:25
 
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